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O que aconteceu após o golpe militar de 17 anos atrás...


    4° Círculo Infernal

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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Ter Dez 08, 2015 6:00 pm

    -A-ah sim...m-muito quente...

    Mas não mais quente que o calor que o queimava por dentro, fazia-lhe o sangue correr mais rápido, direcionado ao membro que pulsava inquieto dentro do traje, revolto em nao ter o que queria. A imagem daquele liquido descendo pela parte interna das coxas da ruiva, o gemido...imaginava-se lambendo com a ponta da lingua aquele liquido, subindo com a lingua por ela, em direção à fonte que originara aquela gota, e sorver com desejo o que se encontrava ali, chamando por ele...poderia também fazer o mesmo com as gotas que delineavam-lhe o busto, descendo pelo top, em curvas esculturais e macias que almejava beijar sem parar e...estava ficando louco! Talvez fosse a desidratação fazendo seu corpo pedir por agua? mas não era...sua boca ainda estava umida, praticamente salivava por aquele néctar que quase lhe deixara em frenezi.

    Respirou fundo; não podia pensar nisso agora. Tinha que se concentrar em salvar sua alma, tirá-la dali. Mas tinha a sensação que...ainda que fosse obrigado a viver para sempre naquele inferno, o faria de bom grado se estivesse ao lado dela, sendo ela uma humana ou succubus. Mas prometera traze-la de volta, e honraria sua palavra. Quem sabe nao sobraria algum tempo livre para eles...Chega! Nao era o momento pra pensar nisso!

    Segurou a mão da demonesa, e respirando pesadamente, seguia na direção da vila. Ao lado dela, uma grande estrutura com várias formas fantasmais pareciam se reunir, mudas. O vulto azul enorme que lhes atravessara parecia pousar naquela direção, mas um pouco afastado. Ao longe, Ambos poderiam ver alguns demonios trajados como guardas, portando escudos e espadas variadas. Estavam ao lado de enormes vultos azulados, e uma enorme coleira de aço negro parecia flutuar em seus pescoços. Talvez fosse uma espécie de prisão?Era dificil diferenciar os vultos azuis...Ali onde estavam, porem, parecia ser uma espécie de vilarejo comercial; cada casa parecia ter em sua frente uma barraca ou tenda, vendendo de tudo praticamente: desde alimentos, animais, outros demonios, almas em jarras, escravos...mas nada tão chamativo quanto aquelas coleiras enormes flutuando do outro lado da vila. Poderiam ver também que a vila onde estavam oferecia um acesso quase direto à gigantesca torre, que vista de perto sequer era possivel ver que se tratava de uma estrutura circunferencial. O longo corredor azulado, cheio de coleiras flutuantes e guardas pareciam quase um tapete convidativo àquela torre sem qualquer janela.

    -Essa torre....deve ser a Casa sem Janelas. Precisamos descobrir um jeito de entrar nela, mas não acho que será tão facil...tem muitos guardas rondando aquela parte azul. Tem alguma idéia?

    O raposo perguntava, olhando-a. Nao conseguia pensar em nada no momento, mas dificilmente uma abordagem individual a cada guarda daria certo; ou precisavam de uma distração, ou de um disfarce para entrar lá. Precisavam na verdade de informações, ou um álibi quem sabe. Olhou curioso para as vendas ao redor, e notou que haviam algumas coleiras menores sendo vendidas ali, semelhante àquelas enormes que flutuavam ao longe.

    -E...você está se sentindo bem?Talvez tenham se passado umas duas horas neste corpo. Sente algo de diferente, alguma dor...?

    Ele perguntava, o olhar claramente preocupado, zeloso. Apesar da atração que olha-la lhe causasse, lembrava-se de que ela deveria querer voltar logo ao seu corpo real, na Terra. E nao fazia ideia se aquela transformação gradual tinha efeitos colaterais, dores, ou sensações ruins...
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    Artemia

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Ter Dez 08, 2015 6:26 pm

    Artemia observou o vulpino deslizar seus olhos pelo seu corpo e sentiu aquele ponto entre suas pernas queimar de desejo. Ela própria começava a imaginar várias cenas na sua cabeça, principalmente ao ver aquela gota descendo pelo abdome dele, a qual praticamente implorava para ser lambida; a ruiva imaginou-se descendo a língua até abaixo das calças dele, finalmente libertando o que parecia querer sair dali de dentro, para então colocar na sua boca...

    Teve suas divagações brutalmente interrompidas pelo vulpino, que agora pegara sua mão e começara a caminhar decidido na direção da cidade. A ruiva colocou uma mão em seus lábios, tentando afastar a cena que acabava de passar de forma tão erótica na sua cabeça. Como conseguia pensar nisso em um momento como aquele? Caminhava, quieta, ao lado do vulpino, lentamente fazendo sua respiração voltar ao normal. Conforme andava, sentia suas coxas escorregarem com os fluídos que ali escorriam. Respirou fundo e focou seus olhos à frente, buscando arduamente concentrar suas atenções no que vinha à seguir.

    Aquele monte de coleiras flutuantes no espaço azul lhe dava a estranha sensação de frio. Os guardas parados à porta pareciam ser sérios demais, compenetrados demais. A ruiva observou as tendas das casas e nos itens ali vendidos, um por um. Voltou seus olhos à Tetsuya, comentando baixinho:

    - Não sei o que poderíamos fazer. Quem sabe não existe uma outra entrada? Até mesmo subterrânea...

    Disse, distraída, conforme seus olhos procuravam algum tipo de alçapão ou túnel. Certamente deveriam procurar mais informações; e foi pensando nisso que começou a caminhar na direção da pequena vila. Conforme foi andando, Tetsuya havia lhe apontado uma preocupação a qual ela não havia parado para pensar antes. Mudanças? Bem... sim, ela sentia novas mudanças. Seu corpo estava molhado de excitação por ele, essa era uma grande mudança. Mas, pensando bem... ela já havia se sentido assim antes, na presença dele, enquanto estava viva ainda. Parou de caminhar e apoiou suas mãos na cintura, o olhando firme nos olhos:

    - E-eu tenho sentido algumas coisas, s-sim, mas p-prefiro não comentar, v-você não entenderia... – dizia ela, desviando os olhos, claramente envergonhada. Fora essas estranhas sensações, era como se ela já estivesse começando a se acostumar com as asas, os chifres e a cauda. Como se já fizessem parte de seu ser desde sempre. A ideia de permanecer sendo Succubus veio à sua mente: poderia viver ali com Tetsuya para sempre, e ela não sentiria falta alguma de seu corpo real da Terra...

    Não! Não podia pensar isso. Jasor estava lá, esperando por ela. Não sabia o que isso significava, mas precisava explicar a ele algumas coisas. Coisas essas que ela havia descoberto agora há pouco, como um choque em seu coração.

    - Vamos buscar informações. Acho mais fácil... – disse, já se recompondo e voltando a caminhar, parando em frente à primeira tenda que viu.
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Ter Dez 08, 2015 6:59 pm

    O mestiço ficou olhando-a com uma mistura de preocupação e duvida; que tipo de mudanças ela sentia afinal? Talvez...quem sabe fosse aquela coisa que a movia a beijá-lo tantas vezes durante o vôo, ou os gestos provocantes que fizera na outra vila?Se fosse isso mesmo, talvez pudesse deixar que acabasse de se tornar uma succubus, assim a teria apenas para si e...se surpreendia com aquele tipo de pensamento egoista. Deveria pensar nela, no que ela realmente queria, e não no que ELE queria. Com certeza não seria uma vida no inferno. Ou ainda que a resgatasse de lá passadas as horas, ela nao iria querer viver o resto de sua vida como uma succubus. Mas viveria muito mais tempo como demonesa do que humana, assim como ele, e poderiam passar séculos juntos, quem sabe até...e novamente aquele pensamento egoista! O que estava havendo com seus valores angelicais, de proteger humanos? Nao significava apenas salvar suas vidas, significava proteger suas almas da corrupção, como Artemia passava! E novamente, essa corrupção nao parecia ser de fato tao ruim...nao parecia ter mudado tanto seu jeito de ser. Talvez os exemplos que vira de humanos virarem demonios era pelo fato deles já vierem ao inferno corruptos por seus proprios pecados; o fato de Artemia ser uma excessão e passar por isso provava que a teoria era válida. Mas aquele choque de valores de certo e errado que estava vivendo lhe estava dando uma dor de cabeça horrivel; ja nao sabia mais o que era certo. Seu pai fora uma pessoa boa ou ruim, por exemplo, era outra duvida que começava a surgir, depois do que o outro demonio falava.

    E enquanto estava distraido, uma mulher velha, corcunda e careca, com penas surgindo de seus braços (Hargraven!XDD *empolgado com Skyrim*) observava os dois, estendendo a mão em forma de garras em direção às coleiras que vendia.

    -Estão interessados nelas? são coleiras mágicas, capazes de segurar até mesmo o mais feroz dos dragões. Nesses tamanhos menores, poderá prender suas vitimas e escravizá-las por toda a eternidade...e tenho algumas cujas trancas são presas "do outro lado", o que dificultaria a liberdade. Que tal?

    Tetsuya olhava as coleiras, arqueando a sobrancelha. Ah, então era isso que ele via naquelas coleiras enormes flutuando em criaturas azuis gigantes. Gesticulou negativamente.

    -Na verdade, queremos informações...como podemos entrar na Casa sem Janelas?

    A mulher deu uma gargalhada sonora, exibindo a boca com raros dentes pontiagudos.

    -Com certeza nao pela janela, meu jovem...Poucas portas se abrem para lá, todas elas guardadas por um pequeno batalhão de soldados deste e do outro lado...Apenas um seleto grupo de demonios consegue ir e vir como querem. Nunca entrei lá, mas dizem que uma vez dentro, o acesso a tudo é muito mais relapso....Belphegor, o Senhor do Orgulho confia em seu exército para guardar seus portões. Afinal, todos que falham sao mortos miseravelmente. Tem certeza que a moça nao deseja um colar? Succubus adoram essas coisas para seus escravos sexuais....garante que nao irão fugir!

    E denovo aquela historia de sexo e succubus! Como estava sendo dificil para Tetsuya esquecer das imagens que imediatamente lhe vinham à mente, fantasiando as inumeras cenas constrangedoras dom Artemia se desenvolvendo em cenas muito mais eroticas do que ja foram? Novamente ele corava violentamente. Tentou focar-se no assunto.

    -M-mas...suponha que alguem quisesse entrar nesse lugar. Como faria?

    A mulher sorria novamente, pegando uma coleira e acariciando-a, exibindo o produto à Artemia. Aquela coleira em especifico tinha um singelo coraçãozinho, como uma coleira especifica para aquela...clientela.

    -Ora...se convencer algum grande lorde a dar-lhe a honra de entrar na Casa sem Janelas, é um passo. Mas geralmente a requisição leva alguns dias, é agendada uma audiencia, e bla bla bla...outro método seria entrar escondido, mas são tantos guardas que dificilmente alguem conseguiria, a não ser que houvesse uma distração realmente muito grande, uma rebelião ou um ataque externo, ou algo do tipo. Este seria o método mais rapido. Ou ainda, poderia tentar convencer um demonio já autorizado a entrar para lhe garantir acesso, mas são orgulhosos e difcilmente fariam algo assim facilmente.
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    Artemia

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Ter Dez 08, 2015 9:35 pm

    Artemia sentiu-se absurdamente constrangida pelo rumo que sua conversa com Tetsuya ia tomando quando ele lhe perguntou se alguma mudança estava ocorrendo. Aquilo fez a maga parar para se questionar: estaria ela mais "atirada"? Certamente sentia-se mais desinibida, uma vez que tenha o beijado tantas vezes sem amarelar de vergonha. Seria isso efeito da sua forma Succubus, que agora adentrava mais em seu ser, ou seria apenas uma causa de sua paixão pelo vulpino, que já estava tomando medidas desproporcionais?

    E foi pensando nisso que se aproximou da senhora arqueada e com longas garras, cujos braços eram cobertos de folhagens. Em seu balcão haviam diversos tipos de coleiras, algumas parecidas com aquelas que flutuavam próximas à Casa Sem Janelas. Assim que a senhora falou sobre dragões serem escravizados, logo veio à sua mente aquele dragão o qual havia atacado Tetsuya com tanta violência. Imaginou se não deveria pegar uma coleira daquelas caso o animal continuasse na Terra, quando voltassem.

    Então, com a pergunta do vulpino sobre existirem formas de entrar na torre, a senhora explicou sobre as diversas dificuldades de segurança que encontrariam. Dito isso, tentou empurrar à venda uma das coleiras que repousavam no balcão, tendo um coraçãozinho estampado na frente. "Succubus adoram essas coisas para seus escravos sexuais", ela havia dito. Artemia fixou o olhar na coleira. Mais uma vez a palavra "sexo" vinha à tona, fazendo o corpo da garota pulsar e estremecer, ainda mais com as cenas que inevitavelmente vinham à sua mente, as quais colocava aquela coleira em Tetsuya e o ajoelhava à sua frente, segurando em sua cabeça e ordenando para que ele abaixasse sua calcinha e passasse a língua lá...

    Oh céus. Artemia engoliu em seco quando reparou que havia pego a coleira nas mãos e praticamente babava enquanto a segurava, olhando fixamente para o objeto, perdida em seus pensamentos. Seria aquilo mais um índice de que estava realmente se tornando uma Succubus? Como ela conseguia imaginar coisas que jamais havia feito antes? De fato, certas vontades agora surgiam ao extremo na maga, fazendo-a sentir sua pele soltar faíscas. Olhou para a mulher, que agora a observava com interesse. Soltou a coleira e fitou Tetsuya, ligeiramente boquiaberta com as sensações excitantes que sua imaginação fértil havia provocado.

    Achou melhor desviar os olhos. Aquilo estava sendo realmente muito difícil; concentrar-se em uma missão ao mesmo tempo em que perdia seu auto controle e se transformava em uma Succubus tarada! Não conseguia pensar claramente em nenhuma solução para entrarem na torre; tudo que vinha à sua mente eram cenas do vulpino e ela se beijando e aprofundando mais o momento, deslizando suas mãos sem pudor por todo o corpo até finalmente conseguir se aliviar de todo aquele desejo árduo que sentia agora.

    Não podia. Mas, quem sabe... depois...? Não! Não se entregue! Vamos lá, pense, pense. Artemia agora caminhava de um lado para o outro, aturdida em seus questionamentos. E se saísse de perto dele? Tais pensamentos melhorariam? A ruiva tinha quase certeza de que iriam piorar. Já conseguia imaginar outras cenas em sua mente, e o quanto gostaria de conhecer mais o corpo dele. Havia visto Jasor completamente nu, inclusive seu membro exposto. Imaginou se o de Tetsuya era parecido, mas lembrou-se que o do vulpino sempre parecia saltar para fora da roupa, erguido e rígido. Seria uma característica do dele? Como seria sem as roupas tapando? Sua curiosidade parecia fazer o ponto sensível entre suas próprias pernas pulsar, palpitando tanto quanto seu coração. Estava sentindo uma necessidade imensa de se aliviar de alguma forma, ainda que fosse um banho frio: o calor insuportável a cobria por inteiro, ao mesmo tempo em que seu corpo tremia de desejo pelo vulpino ao seu lado. O que era aquilo que estava havendo?! Ainda que soubesse agora que estava apaixonada, sabia que aquela excitação toda não devia ser normal, menos não em humanos...

    - A s-senhora... - Artemia começou a falar, pigarreando ao notar o quanto estava gaguejando. - Hum. Conhece algum demônio específico que seja autorizado a entrar lá?

    Terminou de perguntar finalmente. Sua respiração ofegava cada vez mais que olhava para aquela coleira à sua frente, como se a chamasse. Observou Tetsuya de solsaio, buscando sinais de que ele também se encontrava na mesma situação que ela. Será?
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Ter Dez 08, 2015 10:17 pm

    Como se nao fosse o bastante, a mulher retirava mais peças eróticas, percebendo talvez um interesse por parte dela? ou quem sabe nao fosse o dele? Afinal, Tetsuya estava um pouco mais perto da banca da mulher, de forma que Artemia poderia nao notar algumas de suas reações. Quando Artemia olhou de soslaio, notava que o raposo olhava fixamente para uma calcinha ainda mais reveladora; além do fio dental, apenas uma tela de renda praticamente transparente estava naquela peça, que somava-se a uma espécie de espartilho. O sutiã parecia seguir o mesmo modelo, praticamente aberto e revelador, e o mesmo coraçãozinho segurando um lado ao outro; a coleira parecia ser parte do conjunto. Então...a coleira seria para ela, seguindo a linha de raciocinio!?

    O raposo olhava aquela peça e mordia o dedo indicador da mão fechada em punho proximo à boca.A Parecia realmente estar imaginando-a usando aquilo, e até fez menção de estender a mão, num gesto de quem apertava algo com vontade. Será que ele....sim, estava fantasiando, quase hipnotizado pela ilusão que sua mente lhe pregava. Por sorte havia "adequado" o volume nas calças para deixar aquilo mais discreto, mas era facil para a maga imaginar onde estava; era a unica parte daquela veste cujo tecido parecia mais esticado, lutando para segurar um animal encarcerado, selvagem demais para se aquietar. Mas será que fantasiava com Artemia? A resposta viria logo a seguir, quando ele pareceu notar que ela o observava. Os olhos dilataram-se, enquanto ele pegava aquela peça e escondia-a debaixo da banca da mulher.

    -N-n-n-nnão é o que está pensando!!!

    E estendia a outra mão na direção dela, como se tentasse afastá-la daquela banca perversa. Enquanto se distraia escondendo aquela peça debaixo dali, sem sequer a autorização da mulher, nao notava para onde exatamente aquela sua mão empurrava. Apenas sentiu o toque da pele macia, molhada pelo suor, que escorria pelas curvas...curvas? quisera afastá-la pelo ombro, mas tocava justamente mais abaixo, no seio direito da ruiva. Como se movido pela curiosidade de conferir se estava mesmo com a mao ali e ainda sem olhar, apertou levemente a superficie tenra e circunferencial. Sentia que o corpo da ruiva lhe incendiava através daquele braço, incinerando-o ainda vivo, do peito para fora. Faltava-lhe forças para pedir desculpas, para sair dali, até mesmo para tirar seu braço que paralisara, talvez inebriado pelo prazer de tocá-la daquela forma, como se há muito tempo desejasse fazer aquilo. E como queria ir muito além daquela breve caricia intima...

    -A-a-a-ah e-e-eu não....

    E finalmente puxava o braço de volta. Já fechava os olhos se preparando para um tapa no rosto, imaginando que desta vez realmente merecia um. Mas valera a pena...ah, valeria a pena ser morto para apertá-los com a vontade que ainda tinha, deliciar-se, afogar em meio ao busto da ruiva, como divertiria seus labios, boca, seu membro em atos lascivos, depois arrancar-lhe aquelas peças reveladoras, tomando-a para si enquanto afasta-lhe as coxas torneadas e.........e a mulher ali só gargalhava dos jovens, e finalmente respondia à garota, num péssimo "timing".

    -Demonios que tem acesso lá são considerados nobreza, dificilmente se misturam à plebe. Talvez consiga achar algum em comercios mais nobres e caros, como o de escravos ou dragões...esses ultimos são artigo de luxo, na verdade.

    E voltou-se ao loiro, rindo da situação em que se encontrava.

    -Sabe, gostei de voces. Formam no minimo um casal interessante....um conselho, rapaz: esconda essas caudas. Nao sei que demonio é, mas podem te confundir com um kitsune. E kitsunes são muito mal vistos por essas regiões...não que eu tenha algo contra raças especificas, mas overlordes nao querem ver outro raposo ascender ao poder e tentar instaurar a paz ou harmonia novamente, é péssimo para negócios...

    Talvez fosse o fato de Artemia ter transferido sua energia vital a ele? Afinal, pareciam estar mais conscientes do que sentiam e faziam o outro sentir; o que se tornava um terrivel dominó que cada vez mais lhes deixavam pensando mais sobre aquele tipo de coisa. Nao parecia ser só a ruiva, transformada em succubus que parecia mais e mais afetada; ele proprio, que nao fora transformado em nada parecia estar assim tambem. Então talvez uma coisa nao estivesse relacionada à outra? Talvez aquele desejo crescente fosse um castigo por estarem tentando com tanta força reprimir o que sentiam, sem válvulas de escape.
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    Artemia

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Ter Dez 08, 2015 11:27 pm

    Artemia, perdida em seus próprios pensamentos, pouco notou o que ocorria ao vulpino até finalmente reparar no objeto que ele tanto observava, vendo-o pegar na mão e parecer... apertar...

    Era uma calcinha completamente despudorada, e ainda assim, a maga imaginou a si mesma usando tal vestimenta quando obrigasse o vulpino a se ajoelhar e lamber sua telinha... Ah, ela conseguia sentir até mesmo um pouco da sensação excitante que agora parecia encharcar sua própria calcinha...

    - Ahhn... - gemeu ela, repentinamente, enquanto imaginava a cena picante em sua cabeça, observando o vulpino segurar aquela calcinha com as mãos.

    Epa! Não era hora de desligar seus pensamentos e viajar na maionese. Mas, mas... era tão bom...

    As ideias pareciam causar um pouco de alívio em seu corpo; era como se falar sobre, pensar sobre ou agir sobre a aliviasse de alguma forma. Desespero. Só podia ser! Observou o vulpino por inteiro e notou o membro dele parecer expandir ainda mais por dentro de suas roupas, em uma clara tentativa de sair dali e adquirir sua tão estimada liberdade.

    Então Tetsuya parecia ter se assustado com o olhar dela sobre ele, tentando esconder o objeto lascivo embaixo do balcão e erguendo uma mão para a frente, tocando o seio da ruiva sem querer.

    Artemia se assustou com o toque, mas não fez nada para retirar a mão do vulpino dali. Finalmente ele a havia tocado. Uma onda de prazer invadiu o corpo da maga; havia gostado de sentir o aperto e ansiava por mais. Por isso, antes que ele recolhesse o braço, ela esticou sua própria mão e pegou a dele no ar, a devolvendo e pressionando contra seu seio.

    - V-você... quer... que eu use... isso?

    Perguntou ela, sussurrando, absurdamente vermelha e ainda assim soltando faíscas dos olhos. Havia algo no olhar da jovem maga que denotaria, talvez, a quantidade de desejo reprimida que havia ali, o que parecia que ela permitia que escapasse cada vez mais, principalmente agora que finalmente sentia o toque dele.

    - P-por mim... t-tudo bem... - sussurrou em um tom quase inaudível, enquanto ofegava e o observava envergonhada.

    O desespero do momento fez a ruiva fazer ainda mais: com a outra mão, abaixou o top direito de uma forma que o rapaz pudesse sentir seu mamilo rígido nu embaixo de sua palma. Assim que o fez, Artemia não controlou um pequeno gemido de prazer, fechando momentaneamente os olhos, mordiscando o próprio lábio inferior conforme aproximava seu corpo do dele, sua mão deslizando pelo abdome do vulpino, finalmente buscando o membro que tanto parecia a atrair...

    A risada da senhora ao lado pareceu despertar Artemia daquela hipnose a qual ela própria se submetera. Até então, seu olhar ardente de desejo estava fixo no de Tetsuya, conforme apertava a mão dele contra seu seio despido, a fazendo acariciar sensualmente a superfície macia; sua outra mão deslizou suavemente pelo membro rígido do rapaz, passando levemente os dedos e sentindo um desejo quase involuntário de segurar com mais força e liberta-lo de dentro daquelas vestes; suas pernas se aproximando aos poucos para colar seus quadris nos dele e sentir, finalmente, o encontro de ambos os sexos.

    Soltou sua mão de baixo e levantou o top antes que ele pudesse ver seu seio nu, afastando-se imediatamente quando ouviu a senhora rir e falar sobre os nobres e como Tetsuya parecia correr risco ali deixando à mostra suas caudas. Artemia estava absolutamente envergonhada por ter feito aquela cena no meio da rua e em frente a uma estranha idosa; mais uma vez quis ser um avestruz e enfiar sua cabeça debaixo da terra para se esconder.

    Como poderia se descontrolar daquela forma? O que estava havendo? Seria a aura de Succubus que a fazia agir assim? As dúvidas permeavam sua cabeça conforme colocou uma mão em seu peito, arfando sem fôlego. Tentou recuperar mais uma vez sua falta de controle e sorriu para a senhora, agradecendo e logo saindo de perto de sua tenda.

    - Obrigada... por tudo... - disse, conforme ia se afastando. - Depois nós.. voltamos... para comprar e-essas c-coisas...

    Havia se afastado e esperava que Tetsuya se juntasse a ela, embora soubesse que não suportaria olhar nos olhos dele àquela altura. Sentia-se envergonhada, mas não superava o tamanho do desejo que nutria pelo vulpino. Precisavam sair dali e voltar à Terra para ela voltar ao normal. Pelo menos era o que ela achava.

    - Q-qual o plano, então? Procurar um nobre e convencê-lo a nos deixar entrar.. ou causar um alarde? - disse ela quando ele finalmente se aproximou, não exatamente o olhando. Estava com as mãos na cintura e levemente arqueada para a frente, tentando tomar o fôlego novamente.
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Qua Dez 09, 2015 9:08 am

    -s-s...digo, não! digo, não na frente de todo mundo....q-quero dizer....argh... vista o que você bem quiser!

    O raposo respondia, eufórico; parecia rabugento denovo, não com ela, mas consigo proprio, por piorar ainda mais a propria situação. Realmente tinha que parar de tentar explicar-se para a ruiva; isso o deixava ainda mais nervoso, e falava cada vez mais claramente o que segurava com tanta dificuldade para dizer.

    E antes que pudesse fazer outra coisa, ela abaixava o top, permitindo-lhe o toque direto em sua pele. Era muito mais macio, e ao mesmo tempo rigido do que imaginava e fantasiava; uma textura deliciosa que se tornava ainda melhor com o gemido da ruiva; e na extremidade do volume pulsatil e rebelde em suas calças, começava a molhar um pouco a parte superior. Era como se o membro procurasse lubrificar-se, para sentir aquela garota por dentro, deslizar por sua carne que tanto ansiava. O hálito do raposo era quente, enquanto a boca entreabria-se, mordendo o lábio inferior procurando se controlar. Seu corpo parecia possuido por um desejo que nao conseguia controlar, conforme aproximava seu corpo ao dela. O contato forçava sua mao com mais força contra aquela estrutura endurecida, pulsando dentro da calça, fazendo-a sentir com mais clareza os contornos e a umidade que parecia chamar por ela. O desejo dele estava clarissimo, e enquanto apertava o seio novamente,aproximava o rosto de seu pescoço, e sussurrava quase num gemido.

    -D-depois....q-q-quando...voltarmos...

    E então, a risada da vendedora. Ele tambem pareceu despertar daquele transe, afastando-se com a mesma velocidade da ruiva. A mão direita tremia em êxtase; pelo menos ela fora bem sucedida, quando o resto do corpo não fora. E parecia gabar-se de seu dono, como quem admitisse quão sortuda ela fora, e por instantes até invejara-se, como se nao fosse uma continuidade de seu proprio braço. E lembrou-se do que ele acabara de lhe falar. Quando voltarem? que tipo de coisa....era uma proposta que fazia à garota? quão abusado era de falar aquilo! O coração disparava novamente, imaginando o que faria quando realmente voltassem a Terra. Será que realmente...continuaria a partir dali? ou será que aguentaria chegar até a Terra? A mulher nao via nada de errado naquele comportamento; ironicamente o inferno parecia ser um lugar extremamente livre e aberto com esse tipo de coisa, e provavelmente ninguem estranharia se ambos se atracassem ali em plena rua; eram coisas a se esperar de demonios, talvez.

    -S-sim, er....depois! - ele dizia à mulher, também se afastando.E conforme fazia isso, as caudas iam se unindo, tornando uma só. Os pelos reduziam o volume, tornando-se vagamente parecida à de um cão, talvez; nao parecia conseguir ocultar todas as caudas para disfarçar-se. Pelo menos assim poderia ser confundido com um demonio-lobo ou cachorro, talvez, seguindo o conselho da mulher.

    Procurou fingir que nao dissera ou tocara nada de Artemia; era mais facil responder-lhe assim. Ainda assim o nervosismo lhe tomava facilmente, o olhar direcionava-se àquele top toda vez! E lutava para resistir ao impulso de nao arrancá-lo todo.

    -Parece ser arriscado chamar a atenção....vamos ao tal comercio de dragões. Quem sabe nao encontramos algum demonio influente, talvez negociamos algo, ou descobrimos mais informação....talvez hajam outros meios de entrar lá.

    Ele dizia, cruzando os braços, pensativo. A pose faria exibir mais a musculatura dos braços expostos e dos peitorais, enquanto o suor do sol escaldante produzia uma espécie de orvalho sobre sua pele, em um suor que descia novamente pelo torax exposto.

    -Vamos?

    Ele dizia,estendendo a mão à ela, procurando manter-se sério e focar no objetivo. O rosto ainda demonstrava vergonha, mas o olhar vibrava em determinação em salvá-la daquele lugar. Afinal, assim que saíssem poderiam...não, o objetivo era salvar sua alma dali e só! Não estava fazendo aquilo por recompensa; fazia porque...porque a amava e não poderia continuar na Terra sem ela, pensava consigo mesmo. E aquele pensamento, ao invés de ser combatido, cada vez mais ia ganhando espaço na mente e coração do raposo.
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    Artemia

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Qua Dez 09, 2015 12:49 pm

    A ruiva soltou um suspiro audível quando Tetsuya ofereceu sua mão para prosseguirem o caminho até o comércio dos dragões. Não havia mais necessidade de ambos darem as mãos, pensou, mas já era algo automático entre eles. Será que as pessoas de fora os viam como um casal? Casais andam de mãos dadas, certo? E se beijam... E se tocam...

    Novamente perdeu-se em seus pensamentos, conforme caminhava ao lado do vulpino, buscando incessantemente olhar para o horizonte e não para seu tórax definido e suado. Sua respiração voltou a ficar ofegante quando olhou para sua mão esquerda, lembrando-se do toque no membro rígido dele por baixo das roupas. Estava úmido, como ela. Isso significava que ele sentia as mesmas coisas que a ruiva? O toque dele em seu seio quase a deixou louca, e pareceu deixar o volume dele ainda mais rígido, e conforme ela passava os dedos, sentia sua forma cilíndrica e conseguia imaginar como era a aparência... Parecia que ia explodir, no entanto. E se explodisse? O que ela faria? E foi pensando nisso que levou esta mão à boca, tocando os dedos em seus lábios entreabertos, se atrevendo a passar a ponta da língua em sua superfície, buscando sentir o gosto daquilo que havia acabado de tocar...

    Continuou a caminhar, olhando para os lados, à procura do tal comércio. A frase que ele havia dito a ela no ouvido causou um arrepio em sua pele que podia ser sentido até agora. “Depois, quando voltarmos...”, ele disse. Depois... depois o quê? Continuariam os toques? A perspectiva de toca-lo novamente fez seu coração acelerar descompassado, deixando seu corpo mais suado do que já estava. Arrependeu-se de não ter tocado mais forte e arrancado roupas que cobriam aquela parte rígida dele... mas, pensar que teria outra oportunidade deixou a maga em um nível alto de ansiedade: apertou a mão dele contra a sua e se aproximou mais de seu corpo, fazendo seus braços encostarem. Até aquele singelo toque parecia eletrizar a ruiva de uma forma praticamente impossível de controlar!

    Por que raios ela tinha que se comportar assim, logo agora, em um momento tão delicado? Restava-lhe menos de dez horas para recuperar seu corpo, e ao invés de se desesperar com isso, se enlouquecia com o corpo de Tetsuya, que parecia a atrair como um imã! Céus!

    - T-tomara que... dê tudo certo... - disse ela, xingando a si mesma por dentro por não conseguir falar direito com ele. Parecia que toda a fala secou de sua garganta antes mesmo de sair para fora da boca! Aliás, para quê falava isso mesmo, hein? Ah, sim, puxar assunto. Puxe algum assunto, Artemia, ou vai se perder novamente em seus pensamentos lascivos!

    - C-calor, né... m-muito calor... – disse ela, fazendo uma leve careta de como quem acabara de dizer algo extremamente idiota. E então, tentando se recompor em meio àquele calor todo, em um movimento lento, a ruiva retirou de seu corpo a camisa que Tetsuya havia amarrado em sua cintura, passando o tecido na superfície de seus seios, tentando seca-los, porém encharcando-os ainda mais de suor. Vendo que não havia conseguido muito sucesso, a maga desceu o tecido pelo seu abdome reto e delineado, enfiando o pano dentro da calcinha para tentar secar seu sexo que tanto pingava. Porém, não se deu conta do quanto aquilo poderia parecer erótico aos olhos de fora, pois ao que tocou o tecido branco dentro da calcinha, a ruiva abriu ligeiramente os lábios e soltou um luxurioso gemido de prazer enquanto franzia o cenho.

    Havia gostado daquilo, pois uma onda de prazer surgiu em todo seu corpo, como um êxtase que pedia por mais. Queria passar novamente o pano e sentir aquela sensação de novo, pois sentia como se fosse um tipo de prazer insaciável. Não sabia direito o que havia feito para sentir aquilo, pois apenas havia passado levemente o pano na superfície. Ainda que não entendesse muito sobre essas coisas, agora parecia passar a conhecer um pouco mais... No entanto, sentia uma necessidade quase insuportável de ser tocada ainda mais naquele local e, com isso, seus olhos se encontraram com os de Tetsuya, liberando uma sensação incrivelmente sórdida em seu corpo, disparando a mil todos os seus sentidos que agora pareciam estar mais sensíveis do que nunca. Especialmente ao imaginar como seria a mão do vulpino ali, e não a sua própria.

    - Quer se s-secar...? – perguntou ela, oferecendo o tecido a ele, abaixando os olhos para o torso do rapaz, que parecia estar brilhando de suor. Artemia engoliu em seco, pois gostaria, secretamente, de ter perguntado “quer que eu te seque?” e aproveitado para explorar com suas mãos os contornos tão atraentes de Tetsuya, que parecia faze-la perder sua sanidade a cada segundo em que passava ao seu lado.
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Qua Dez 09, 2015 3:22 pm

    Logo começava a caminhar em direção à tenda, e ele proprio ja nao se perguntava o porque a guiada pela mão. Seria pela segurança que ela lhe trazia, por precaução e cuidado, ou porque ansiava por qualquer tipo de toque seu? Levou a mão ao rosto; estava ficando definitivamente louco! E...a mão que levara ao rosto carregava o suor, o cheio e ainda a sensação do seio tocado da ruiva. Até mesmo o aroma que persistira na mão parecia fazê-lo ansiar por mais, em querer sentir seu cheiro mais de perto, colado ao seu. E ao virar o rosto na direção da garota, para dizer-lhe algo sobre o suposto leilão, notava que levava justamente aquela mão à boca. O queixo foi caindo lentamente, o ar faltando-lhe; ela ia mesmo provar daquela...daquela coisa que lhe causava aquela estranha sensação entre as pernas? E realmente o fez. Era um sabor suave, adocicado, diferente de qualquer coisa que ela ja teria provado, assim como o cheiro. Era como hormonios transbordando, liquefeitos, a materialização de seu desejo por ela.

    O raposo quase desejava por um lugar mais escondido de toda aquela multidão, ansioso e desejoso de cada curva naquele corpo que tanto lhe atraía. Haviam ainda algumas tendas por ali, mas....e se tivesse alguma vazia, quem sabe eles não...NÃO! Não podia fazer aquele tipo de coisa, tinham uma missão a cumprir! Precisava salvá-la, levá-la de volta à Terra, e arrancar suas roupas com a boca, percorrer-lhe o corpo com a lingua e....estava perdendo completamente o controle de sua propria mente! Que tipo de feitiçaria era aquela?! Não era possivel que Artemia havia se tornado realmente uma succubus e lhe feito aquilo, ou era? Tentou olhar para frente novamente, e seguir caminho.

    Não dera 3 passos e ouvia seu gemido; e ouvia bem com sua audição apurada. Sentia que uma parte do coração estava parando; era quase um infarto! Não, não podia olhar para trás; se olhasse nao iria mais se segurar. O suor escorria por seu corpo, como se cada musculo estivesse salivando pelo dela em desejo carnal, e realmente sentia calor....precisava mesmo se secar.

    -S-SIM! - ele dizia, afoito, e pegou o tecido sem conseguir olhá-la. O rosto suava frio, e fora a primeira parte que usaria para secar. E então, o tecido ja umidecido carregava aquele aroma, como que embebido nos feromonios irresistiveis da ruiva, que inundava-lhe os pulmões como cocaína, viciando-o quase imediatamente. Sentia-se zonzo pelo excesso de estimulo, o sangue parecia fugir de seu corpo e concentrar-se somente numa região, faltando-o para a cabeça, e o mundo pareceu girar...o tecido havia ficado em torno de seu pescoço, e sem saber aonde se apoiar, acabou apertando com mais força a mão de Artemia, puxando-a junto em seus passos tropegos; tropeçou numa espécie de casa/ tenda daquela vila, quase que derrubando a porta de madeira negra que estava apenas encostada, caindo ali dentro com força.

    A porta abrira-se com tanta força que o impacto de seu corpo tambem fora suficiente para fazê-la se fechar. A casa era pequena, uma espécie de comodo unico onde haviam pouquissimos moveis, e uma espécie de tapete/carpete de alguma criatura demoniaca, com pêlos macios e confortaveis. Uma chama verde-azulada brilhava no que parecia ser uma espécie de lareira sombria, fria, que apenas iluminava aquela casa também sem janelas. E Tetsuya caía ali, por instinto jogando-se abaixo da ruiva para que nao se ferisse. E....em que situação se encontrava com ela. Era o que mais temia e ansiava. Mas nao podia perder tempo ali!.......ou podia? a cabeça ainda estava zonza, parecia estar sonhando, como se tivesse voltado à Terra e estava sozinho com ela ali, caidos no chão. Mas o toque direto com o corpo, aquela pele macia, deslizando em suor contra seu proprio torax nu...nao estava sonhando. E respirava, taquicardico, a respiração pesada, o hálito quente. Procurava alguma força para resistir aos impulsos que estavam prestes a possui-lo. Concentre-se...concentre-se...ele repetia a si proprio.
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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Qua Dez 09, 2015 4:50 pm

    Assim que colocou a língua na ponta dos dedos de sua mão, a ruiva sentiu o sabor adocicado de Tetsuya. Um arrepio forte surgiu desde a ponta de seus dedos dos pés até o último fio de cabelo em sua cabeça: a ruiva não deixou de notar seu próprio líquido escorrer por suas coxas naquele instante, saindo do ponto mais úmido e pulsante de seu corpo. O fato de ter sentido o gosto do vulpino causou um frenesi intenso na garota, que agora colocara o seu dedo inteiro dentro da boca, imaginando como seria se não fosse o seu dedo que estaria ali, e sim...

    Não! Está pensando demais! O pensamento estarreceu Artemia de um jeito que a deixou entorpecida, sentindo uma fraqueza sem igual em suas pernas bambas. Soltou o dedo de sua boca quando ofereceu o pano à Tetsuya, que o aceitou sem olhar, apoiando em seu rosto em seguida. A ruiva arregalou os olhos àquilo: o tecido, que anteriormente havia estado em seu sexo molhado, agora estava no rosto do vulpino, que parecia ter notado, pois agora se comportava de um jeito estranho. Como?! Teria algum cheiro específico? Artemia colocou os dedos novamente nos seus lábios, se perguntando se ele sentia o mesmo que ela, se o cheiro dela causava o mesmo torpor que havia feito a ruiva praticamente enlouquecer agora há pouco. Esse pensamento fez a maga olhar para os lados, procurando algum lugar quieto onde eles poderiam... Não! Espere aí! Não fique pensando bobagens, garota!

    Ainda que brigando consigo mesma internamente, ao ver Tetsuya se estarrecer com o pano em seu rosto, Artemia sentiu uma satisfação incomum em seu peito, fazendo seu coração disparar. Era como se, ao olhar ele se deleitando com o cheiro dela, a ruiva sentisse prazer. Prazer! Apenas de olhar. Apertou suas coxas e as sentiu escorregarem com o líquido que escorria ali livremente, sentindo uma pequena onda de prazer inundar o ponto entre suas pernas, deixando-a ofegante. Pensou estar realmente ficando louca, e foi justamente quando pensou nisso que viu Tetsuya cambalear para os lados, parecendo estar embriagado. A ruiva se aproximou do rapaz, segurando em seu braço para ajuda-lo a se manter em pé, mas não adiantou: Tetsuya se desequilibrou e caiu em uma porta entreaberta, lançando não só ele, mas Artemia para dentro de uma casa escura.

    Aconteceu tudo muito rápido. A ruiva não viu o momento em que Tetsuya se lançou por baixo dela e caiu de costas ao chão. Artemia bateu no tórax do rapaz, caindo em cima dele com os braços abertos em volta de seu corpo e suas pernas, cada uma de um lado. Estava praticamente de quatro em cima do rapaz, se não estivesse tão deitada com o peso nele. Seus corpos suados pareciam colar ainda mais com a proximidade. A maga ergueu a cabeça do peitoral e então sentiu tudo recomeçar como um turbilhão de emoções.

    Sua respiração ficou ofegante de um segundo para o outro. Seus rostos estavam absurdamente próximos; a maga conseguia sentir o hálito quente ofegante do rapaz nos lábios dela. Seu coração batia tão forte quanto o dele, e aquele escuro do local, bem como o fato de ser tão fechado e intimista, causou quase uma euforia na garota: agora ela deixou seu corpo deitar mais ainda no dele, sentindo seu sexo pressionar no volume ainda rígido, gemendo baixinho ao sentir o encontro. Ansiava por aquele momento há muito tempo. Não conseguiria se controlar. Não queria, não agora que estava tão próxima ao vulpino. Sentiu seu líquido escorrer ainda mais, certamente molhando as calças dele, e aquilo parecia ter sido, literalmente, a gota d’água que a eletrizou.

    - Eu... eu... n-não vou aguentar...

    Artemia, então, quebrou a pequena distância que os separava e o beijou intensamente nos lábios, com uma voracidade que só demonstrava o quanto havia reprimido aquele momento até então. Sua língua agora explorava toda a boca dele, saindo e deslizando pelo queixo, pescoço, e abaixando até o peitoral do rapaz, sentindo finalmente o sabor do suor dele em seus lábios. Já havia perdido a noção do tempo e do quanto desejou arduamente fazer aquilo; suas mãos acariciavam o maxilar dele, bem como seu pescoço, enquanto movimentava lentamente seus quadris, friccionando e pressionando seu sexo contra o membro ereto dele, sentindo cada vez mais aquela ereção invadir o pouco espaço que havia ali e colar na pele da garota, como se fossem feitos um para o outro. Artemia não aguentou e gemeu ainda mais, arranhando os braços de Tetsuya conforme o beijava e rebolava, pressionando seu corpo contra o dele. A ruiva não sabia fazer muita coisa, por isso seguia mais seus instintos e seu desejo incontrolável de toca-lo, e com isso abaixou uma mão e deslizou ela por baixo das calças do vulpino, tocando finalmente em seu membro nu.

    À isso, a maga soltou um gemido ardente enquanto mordia o pescoço de Tetsuya; o movimento de seus quadris aumentou levemente o ritmo conforme a ruiva deslizava seus dedos por dentro da calça dele, sentindo o formato do membro que umedecia suas mãos e fazia a ruiva gemer ao pensar nas coisas sórdidas que poderia fazer com aquilo...

    Estava desesperada. Mal conseguia pensar e processar o que realmente estava fazendo. Não parou para observar onde estavam e quem os estaria observando; simplesmente viu ali a oportunidade perfeita para finalmente ceder aos seus instintos.


    Última edição por Artemia em Qua Dez 09, 2015 6:25 pm, editado 1 vez(es)
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Qua Dez 09, 2015 6:06 pm

    O rapaz arfava, como se o ar ali dentro ficasse mais pesado, intenso, ardente. Quando notava o que acontecia ali, sentia o corpo estremecer por dentro, algo devorá-lo de dentro pra fora. Nao era exatamente escuro o comodo, mas ficava numa penumbra confortável aos olhos, onde poderia ver toda a beleza escultural da garota - ou melhor, daquela mulher que estava sobre si, que lhe fascinava mais e mais a cada gesto. O gemido baixo ao toque de ambas as intimidades era quase um choque sendo aplicado direto em seu corpo, eriçando-lhe os pêlos. Sentia aquele liquido convidativo escorrer-se pelo fio dental da ruiva, molhando-o, escorrendo por cada curva de seu abdome, descendo pela mesma em direção à virilha, cuja calça parecia elevar-se, como se seu proprio sexo buscasse arrancar-se das amarras que o prendiam.

    Mordia o canto inferior dos lábios, a respiração tremula, e via-se rendido pelos proprios desejos quando sentiu os labios molhados daquela que faria sua. Ao contrário de antes, seu beijo agora era mais intenso, sua lingua buscando a dela numa dança erógena, em caricias e carinhos que estranhamente iam além da simples atração fisica. Desejava-a por completo, seu corpo, alma, queria todo seu ser para si. As mãos a envolviam pela cintura, puxando-lhe a pelve contra a sua, intensificando o contato entre suas intimidades, que praticamente gritavam em busca da outra. Tal como ela, nao conseguiria fazer nada daquilo de forma consciente, e simplesmente deixava que aquela parte de si descontrolada, frenética, apaixonada o guiasse em cada gesto. Uma de suas mãos levou à sua nuca, onde acariciava e puxava para outro beijo, só soltando quando sentiu a mordida em seu pescoço, fazendo-o soltar um gemido abafado conforme mordia o lábio. A outra mão, em sua cintura, deslizava por baixo do fio dental, em direção ao encontro das nádegas, perigosamente perto daquela região quente, vibrante, molhada. Ao sentir o membro tocado por sua mão, o mesmo pareceu pulsar entre seus dedos, rigidos, deixando aquele liquido escorrer por entre eles. Ao mesmo tempo, sua mão aprofundava-se entre os vales e curvas das nádegas de sua amada, o indicador e dedo medio escorregando por entre o caminho sinuoso, escorregadio, e tocava-lhe na fonte daquela umidade; o indicador deslizou por entre os grandes lábios, enquanto o dedo médio aproximava-se perigosamente da entrada, onde apenas a parte mais distal de seu dedo entrava brevemente e logo saía, como numa provocação, um desafio. E o raposo gemia baixo, os olhos dourado e azul-gelo pareciam arder por ela, semicerrados, envergonhado, mas louco por ela. A mao que tocava sua nuca deslizou para seu rosto, acariciando-o, enquanto sussurrava:

    -E-eu....não c-consigo me ver mais sem você...

    A voz era carregada daquele sentimento que nutria a algum tempo por ela, e nao gaguejava tanto quanto imginava que faria, em sua mente. Talvez estivera sendo mais dificil segurar aquilo do que deixar solto, e pouco a pouco sentia uma incrivel sensação de liberdade, enquanto entregava-se inteiro àquela ruiva, reunindo forças para deixar livre o que estava segurando em sua garganta por tanto tempo.E era até um pouco engraçado como se declarar à ela lhe deixava mais nervoso que acariciar suas intimidades, pois enquanto ali predominava os instintos por seu corpo, em seus labios predominavam o desejo pelo coração dela.

    -T-talvez eu...a-acho que...d-digo...eu realmente estou te amando...
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    Artemia

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Qui Dez 10, 2015 11:21 am

    As mãos da ruiva deslizavam, sem pudor, pelo corpo suado do vulpino. Ao que tocou o membro dele, Artemia sentiu as mãos de Tetsuya tocarem seu bumbum, deslizando os dedos para a área mais úmida e quente do corpo da maga, que, ao sentir o toque, gemeu alto e roçou ainda mais o corpo no dele, mordendo seu queixo para abafar um grito lascivo. Havia sentido uma sensação única de prazer dominar seus músculos, e não fazia a menor ideia do que ele havia feito para isso, até sentir um dedo dele deslizar para dentro e depois para fora: à isso, a ruiva soltou outro gemido erótico, ofegando em desespero, percebendo o quanto aquilo a fazia encharcar ainda mais os dedos do vulpino e seu membro logo abaixo. Estava louca por ele. Louca! Queria poder senti-lo ainda mais; seu desejo aumentava de forma que não conseguia mais se controlar: precisava buscar algum alívio ou perderia sua sanidade ali mesmo.

    Então, enquanto Artemia mordia os lábios de Tetsuya de forma provocante, o rapaz ergueu as mãos e acariciou seu rosto: nesse momento, a ruiva levantou a cabeça e apenas o observou se declarar, sentindo seu coração se encher de uma alegria intensa ao ouvir aquelas palavras que facilmente poderiam ser suas. Seus olhos esmeralda encaravam os azul gelo e dourado do vulpino, o sentindo despir sua alma e seus sentimentos através daquele gesto delicado em meio à todo o desejo carnal que se expandia entre eles. Artemia fez o mesmo; tocou o rosto do rapaz com as mãos trêmulas, sentindo algumas gotas de lágrimas surgirem nos cantos de seus olhos enquanto o fitava com intensidade.

    O amava. Já sabia disso há muito tempo, claro. Seu coração não estava enganado; agora acelerava à todo vapor ao ouvi-lo dizer que o sentimento dela era recíproco, quando o tempo todo achou ser platônico! Artemia não sabia o que fazer com tanta excitação. Ainda com as mãos no rosto dele, se aproximou até ficar cerca de um milímetro de seus lábios.

    - E-eu.. t-também... – sussurrou de olhos fechados, e então, com um singelo beijo nos lábios, continuou. - ...te amo. Muito...

    Conseguiu! Havia dito o que estava martelando em seu coração há tanto tempo. Sentiu um alivio imediato, mas que só fez seus batimentos cardíacos aumentarem, e ela abriu um largo sorriso brilhante, rindo com alegria conforme se erguia e se sentava verticalmente em cima dele, podendo ver toda a extensão do tórax e rosto do vulpino.

    Com um movimento lento, Artemia passou as mãos em suas próprias costas e retirou o top que segurava seus seios, deixando-os nus e livres: Tetsuya veria que eram volumosos e rígidos, porém macios; seus mamilos enrijecidos eram roseados e pequenos. A ruiva deslizou seus dedos pelo peitoral dele, traçando os contornos de seus gomos até finalmente chegarem no membro que até agora era só um mistério para ela: olhando Tetsuya nos olhos, Artemia, ainda sentada no seu colo, abaixou as calças do vulpino e retirou de dentro o membro pulsante, segurando-o com uma mão. Seus olhos desviaram rapidamente dos de Tetsuya e agora encaravam a genital do rapaz, deixando sua boca entreabrir e o queixo cair levemente. Jamais havia visto algo assim na sua vida: estava enrijecido e vermelho na ponta, era espesso e firme e a maga se perguntou para quê aquilo servia, e por que era tão diferente do dela. Ainda assim, sentiu seu próprio sexo pulsar ao segurar o dele; teve uma vontade imediata de acariciar toda a extensão do membro, e foi o que fez. Porém, ao acariciar a superfície, sua mão escorregou para baixo, e por isso continuou o movimento de ir para cima e para baixo com a mão no membro, enquanto mordia seu próprio lábio, admirando o falo imponente do vulpino parecer ter vida própria conforme ela o tocava com a mão escorregadia. A ruiva observou a reação de Tetsuya, que parecia quase enfartar com o toque, e ela própria sentiu mais uma vez seus fluídos escorrerem em cima dos testículos do rapaz, o que pareceu deixar ela ainda mais excitada. Queria senti-lo. Queria pelo menos... quem sabe... encostar...

    Sendo assim, cedeu ao seu desejo absoluto e encostou o membro na sua própria genital encharcada, sentindo uma imensa sensação de prazer, e ainda assim, queria mais! Não a satisfazia, era um querer sem ser completamente correspondido. Sentia sua ponta molhada pulsar em suas mãos; lembrou-se do gosto adocicado que tinha, o que a fez gemer ainda mais conforme roçava a ponta do membro dele em sua genital... Havia encostado apenas a ponta no lado de fora, e aquilo a fez praticamente chegar ao tão esperado alívio, gemendo alto e jogando levemente sua cabeça para trás conforme dava leve batidas com o membro no lado de fora de seu sexo molhado...

    - I-isso... é muito bom... ai... – gemia ela de forma luxuriante, segurando o membro e friccionando sua ponta mais abaixo de seu sexo, próximo ao orifício de onde saía tanto fluído. – Eu... eu estou louca por você...


    (trilha sonora: https://youtu.be/2YChL6tQvcY XDDDDDDDDDDDDD)
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Qui Dez 10, 2015 2:07 pm

    A mão que lhe tocara o rosto fazia-lhe uma pequena caricia, erguendo-a pela bochecha e limpando a lagrima em um de seus olhos. Parecia radiante, com um sorriso bobo, apaixonado no rosto. Apesar de sempre ser tão àspero, rabugento e mal humorado, parecia sorris com sinceridade, um sorriso carinhoso, envolvente, e dizia, com o rosto ruborizado, uma frase que provavelmente ela jamais pensaria em ouvir de seus labios:

    -i-idiota...não chore por minha causa. Q-quero...er...lhe fazer feliz...p-pelo resto da vida....por toda a eternidade. D-d-digo,a-apenas se q-quiser ser m-minha....erm... n-namorada, é claro...

    Os cabelos loiros estavam um pouco molhados pelo suor, e era possivel ver o nervosismo que sentia. Ela provavelmente nunca pensaria, e provavelmente nem ele imaginava que faria um pedido daquela forma tão romantica, carinhosa. Parecia estar pedindo-lhe em uma espécie de namoro? Mas de uma forma menos clara, muito mais terna e gentil, apesar do momento intenso em que se encontravam.

    O sorriso bobo logo se transformava numa expressão de desejo, entreabrindo os labios, ao ve-la retirar o top. Ainda que os tivesse ja visto antes, era como se fosse a primeira vez, deixando-se levar por aquela onda de excitações carnais, exaltando-lhe ainda mais o libido da ruiva. Como queria segurá-los, senti-los pressionados contra seu corpo, agarrá-los com desejo, e antes tentava se conter. E não via mais motivos pelos quais deveria segurar-se mais.

    Apoiou a mão esquerda no chão, enquanto erguia o torax do chão, aproximando seu corpo ao dela. E antes que ela pudesse pensar no que ele faria, sua boca envolveu-lhe o mamilo esquerdo, a região interna de seus lábios delineando os contornos do seio macio, enquanto a lingua começou a deslizar pelo mamilo rigido e excitado. Sua respiração pesada soprava-lhe o decote, o rosto e nariz tocando e sentindo as caricias do seio direito, sentindo a textura macia de sua pele. Enquanto isso, a mão direita acabava de puxar a calcinha fio dental, enquanto deslizava os dedos molhados pela regiao interna das coxas, mais sensivel, quente, e voltava a subir, lenta e provocantemente para onde antes estava. Os dedos agora deslizavam, um de cada lado, em torno da fenda que pulsava em sua mão, ardente de desejo, salivante, incontrolável.

    -...ahmmmmm....!! - ele gemia abafado, não consguindo desgrudar o beijo do mamilo roseo.

    Artemia sentiria todo o corpo dele estremecer quando tocou-lhe a genital, como se eletrizando-lhe todo o ser, fazendo-o pulsar mais forte na mão que deslizava sobre sua estrutura rigida. A mão deslizou ainda mais para baixo da virilha de sua amante, e enquanto sua palma apertava com desejo o gluteo, os dedos deslizaram para cima e para baixo, afastando-lhe os grandes lábios, e suas ponta convergiam à estrutura arredondada e quente que descobria ali. O corpo feminino lhe era um mistério ainda, e impossibilitado de ver pela posição, guiava-se pelo tato. Os dedos deslizavam, contornavam aquela estrutura macia, mas também tão enrijecida quanto o mamilo que beijava. Pinçava levemente tal estrutura e sem apertar, deslizando os dedos com cuidado para nao machucá-la, como se tentasse descobrir o porquê de seu propósito, enquanto sua mão encharcava-se naquele néctar sensual, que banhava o corpo do falo que tocava.

    Enquanto isso ela manipulava-lhe o membro ereto, que ja quase não suportava aquela deliciosa tortura, ansiando por mais, ansiando por sua carne rósea e quente; e quanto Artemia novamente aproximou os sexos, Tetsuya ergueu a pelve do chão, deslizando o membro de sua extremidade até a base sobre aquela estrutura que antes estimulava com os dedos; todo o membro cilindrico deslizou por fora, sobre o clitóris da succubus, pressionando-o, afastando os lábios, embebido em seus fluidos. E recuou a pelve, fazendo com que ele descrevesse toda aquela deliciosa caricia sobre aquela regiao tão sensivel novamente, e como que tomado pelo instinto sua pelve novamente ergueu-se contra a dela, em um novo estimulo, somado à sensação pulsatil do membro viril contra ela. Novamente, a cabeça apenas passava perigosamente perto da abertura de seu sexo, novamente ascendendo e estimulando-lhe sua zona mais erógena, que atiçava-lhe de forma intensa ainda mais os estimulos, como se a cada movimento fosse um novo e delicioso prazer, beirando cada um a um novo orgasmo. Os gemidos saíam abafados, excitantes, vibrando no seio que ainda beijava e acariciava com a lingua, repleto de prazer, como se quisesse mergulhar em seu corpo, envolvê-la, fundir-se àquela que declarara seu amor e paixão, em um desejo cada vez mais intenso.
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    Artemia

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Qui Dez 10, 2015 3:12 pm

    Tetsuya aproximara o rosto de Artemia do seu, secando suas lágrimas que mal caíam dos olhos. A ruiva estava sorrindo igualmente boba, envolvida por todas aquelas sensações extraordinárias que o vulpino a fazia sentir. Seu coração acelerou a mil quando lhe foi feita a declaração, e acima de tudo, o pedido de namoro. A maga, que jamais namorou em sua vida, arregalou os olhos e partiu levemente os lábios, surpresa com o pedido repentino. Seu estômago parecia ter revirado de emoção naquele segundo em que ela segurou o rosto dele e beijou novamente seus lábios com ternura:

    - S-seu pervertido... n-não precisa nem perguntar... – e riu, mordiscando levemente o queixo e abaixando para fazer o mesmo no pescoço. – É claro q-que eu aceito... b-bobão...

    E então se ergueu, rindo de um jeito doce, mudando sua expressão rapidamente para uma libidinosa quando sentiu o dedo de Tetsuya tocar-lhe no orifício úmido entre suas pernas, o que causou um torpor imediato na ruiva, que gemeu ardentemente enquanto mexia seus quadris levemente, rebolando e pedindo, indiretamente, para que o vulpino enfiasse ainda mais seu dedo.

    Quando soltou o top e deixou à vista seus seios nus, Artemia não imaginava o quanto aquilo parecia atrair Tetsuya, que se ergueu e começou a beijar seu mamilo de forma tórrida, lambendo sua superfície e sugando sua rigidez: a maga também não sabia o quanto aquilo causaria uma adrenalina entorpecida em seu corpo; logo passou uma mão na nuca dele, apertando mais sua cabeça contra seu seio, enquanto a outra mão escorregava pelo membro enrijecido do vulpino, pincelando sua ponta em seu sexo molhado. Tetsuya acompanhava o ritmo da ruiva, erguendo sua pelve quando ela dava várias batidinhas com a ponta do membro na superfície de seu orifício.

    Então, o vulpino pareceu dar sua atenção para o membro pulsátil que agora deslizava para fora do sexo da ruiva, conforme ele erguia e abaixava sua pelve. Artemia ainda sentia a língua dele em seu seio, pressionando sua pelve contra a dele em um ritmo sensual e lânguido: a ruiva gemia de forma devassa, retirando Tetsuya de seu seio e beijando-o nos lábios; sua língua traçando um movimento erótico, buscando a dele enquanto ela roçava seu sexo no membro dele, praticamente implorando para que ele entrasse nela:

    - Eu quero... Tets... – sussurrou ela, desesperada, em meio a gemidos carnais durante o beijo intenso dos dois. E-enfia... eu quero...

    Sem esperar pela resposta, a ruiva não se conteve e segurou mais uma vez no membro, pincelando-o em seu orifício quente até finalmente introduzir sua ponta dentro de seu corpo. A isso, a maga prendeu a respiração brevemente, gemendo prazerosa quando rebolou de forma lenta, inserindo ainda mais a estrutura dentro de sua carne: a sensação era única e seu líquido fluídico escorreu pelas suas coxas ainda mais; Artemia apoiou uma mão na perna do rapaz e a outra manteve na sua nuca, agora meneando sua pelve de forma tentadora conforme abaixava e levantava, permitindo, assim, que o membro dele saísse quase inteiro para depois entrar à toda no corpo da ruiva.
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Qui Dez 10, 2015 3:45 pm

    O olhar parecia envolvê-la por completo, como se seus olhos fossem capaz de entrar no esmeralda e deixar ali toda a paixão que sentia por ela. Era como se através daquele terno olhar entregasse à ela sua propria alma, enquanto tomava para si a dela, numa intensidade de sentimentos que jamais pensaria ser capaz de sentir. Nao precisava de mais nada naquele mundo, se a tivesse sempre consigo a seu lado. E apesar de toda ternura em seu olhar, o corpo parecia complementar o que sentia com o mais lascivo dos movimentos.

    Assim como a ruiva, parecia se entregar cada vez mais ao desejo animalesco, selvagem, viril que lhe tomava. A cada pincelada de seu membro contra o sexo de sua amante, estremecia em prazer. Novamente gemia abafado, um gemido que saiu mais alto do que esperava quando ela puxou-lhe para mais um beijo.

    -A-aaahhhmm...!!

    E aquele pedido irrecusável, pervertido, lhe atiçava ainda mais sua libido; antes que tivesse a chance de fazer aquilo ele mesmo, a ruiva tomava-lhe o rigido membro e inseria ela mesma o rapaz em seu corpo. E perdeu as forças no braço que apoiava o tronco, curvando-se e lançando a cabeça loucamente para trás enquanto seu membro afastava a carne macia e quente que lhe envolvia, deslizando deliciosamente entre o fluido de ambos, produzindo um erótico som de secreções sendo comprimidas. O membro rigido dilatava o canal virgem pela primeira vez, aguçando-lhe a sensação de prazer conforme penetrava, saía, e era introduzido novamente.

    As mãos de Tetsuya envolveram as coxas grossas de sua parceira, com um toque pesado, que lhe agarrava conforme deslizava pela mescla de fluidos sexuais e suor.As maos deslizaram para os gluteos rigidos de Artemia, como que guiando seus movimentos sobre seu membro, apertando-os, puxando-os contra seu proprio corpo imerso em prazer. Parecia ser contagiado pelo enlace erotizante da ruiva, apertando com desejo, afastando-lhe os gluteos conforme penetrava com mais potencia com sua pelve. Os dedos encharcavam-se daquele nectar sensual e erotico que seu sexo produzia, e...levava aquela mão ao proprio rosto, sentindo seu cheiro, lambendo-o junto a outro gemido. Era como se a perversão da garota fosse transmitida a ele, que se deliciava com toda aquela nova experiencia.

    -Haaa-aaahhh...q-que....d-delicia....quero te sentir....mais profundo....

    Ele próprio não resistia ao corpo da maga, e começava a impulsionar sua pelve contra a dela, penetrando ainda mais. A extremidade de seu membro agora estava tocando-lhe até a entrada, o istmo de seu útero, profundamente, mas sem machucá-la. Era como se fosse o tamanho perfeito, ideal, criado só para ela, como a chave para a libertação dos maiores prazeres que o corpo esbelto de Artemia poderia lhe dar. Sentiria o falo cilindrico deslizar e pulsar contra seu interior, sedento, ávido por mais prazer.

    Ele proprio parecia descontrolado por ela, ao ponto de começar a falar daquela forma pervertida e erótica sem que pensasse a respeito.Apesar de corar, a expressão facial que fazia era tão excitante quanto seus gestos e movimentos pelvicos; a garota poderia ver claramente o quanto lhe satisfazia, lhe preenchia com o mais puro prazer.
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    Artemia

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Qui Dez 10, 2015 4:40 pm

    Artemia olhava Tetsuya nos olhos enquanto pressionava sua pelve contra a dele em um movimento lascivo e ritmado, partindo para beijar sua boca de forma tórrida quando o ouviu gemer: aquilo fez a ruiva gemer alto de volta, sentindo o membro do vulpino atingir o topo dentro do orifício apertado. Não sentiu dor, apenas aquela onda de prazer que parecia invadir todo o corpo da maga, sedenta por mais.

    Quando Tetsuya apertou seus glúteos e pressionou ainda mais o membro contra o corpo de Artemia, sentiu sua forma libidinosa transparecer; a sensação de prazer veio à tona e ela empurrou vorazmente o vulpino para trás, de forma que ele caísse de costas: a ruiva apoiou seus braços nos dele, o prendendo naquela posição enquanto ela rebolava sensualmente para cima e para baixo, conforme o membro entrava e saía de seu sexo. Tê-lo ouvido gemer e falar daquela forma devassa incitou uma sensação impudica na ruiva, que agora o prendia e sorria marotamente enquanto meneava lentamente seus quadris. Parecia ter parado o ritmo de antes apenas para provoca-lo, ainda mais ao ver se satisfazer com o líquido saído de dentro dela.

    - Q-quer profundo... é? Eu também quero...

    Sussurrou, sorrindo sedutora e mordendo seu próprio lábio inferior. E então o soltou, puxando seu corpo de volta para onde estava antes: a ruiva acelerou o ritmo de sua montada, beijando-o novamente de um jeito ávido, descendo a língua pelo queixo, pescoço e peitoral. Ergueu as mãos pela nuca e o puxou mais para perto, dessa vez ela própria se jogou com as costas ao chão, mudando a posição de ambos: abriu suas pernas e permitiu que Tetsuya se ajoelhasse em frente, com o falo ainda dentro dela; Artemia recebia as estocadas sedentas de seu membro pulsante conforme gemia e pressionava seu sexo contra o dele, pedindo por mais, muito mais...

    - Isso... q-que gostoso... ah... – gemia ela agora com as mãos no peitoral dele. Seus olhos acompanhavam o entra e sai de Tetsuya em seu corpo, e com isso ela o puxou para que ficasse mais próximo, sentindo ainda mais o membro dele dentro de sua carne, que pulsava e ardia com uma excitação que não parecia ter fim.

    – Continua, vai... continua... isso... s-seu safado...

    Clamou a ruiva, agora colocando a mão entre ambos os sexos e captando aquele líquido transparente que saía de ambos, enfiando o dedo médio em sua boca em seguida, sentindo o sabor do vulpino, repetindo o que ele havia feito anteriormente. O sabor dos fluídos e as estocadas de Tetsuya fizeram algo despertar em Artemia, fazendo-a alcançar o tão esperado alívio: era como uma explosão de sensações, todas ao mesmo tempo, invadindo seu corpo como um tornado que parecia terminar com todas as suas forças e impulsionar sua carne, fazendo-a delirar junto a um gemido alto, marcando assim, seu primeiro orgasmo, que de fato parecia não ser um só, mas sim vários. Havia esperado muito tempo por isso, segurando suas emoções e sua excitação a cada toque, olhar ou palavra direcionada à Tetsuya. Ainda assim, as palavras que agora dizia em meio a um gemido prazeroso saíam de forma doce e aliviada, deixando Artemia com um sorriso bobo nos lábios:

    - Ahhhnnn, Tets... eu te amo...

    Gemeu a ruiva, ofegante e ainda sentindo as palpitações dos orgasmos enquanto Tetsuya forçava seu membro contra o corpo dela. Caso ele não parasse, era certo que a ruiva recomeçaria a sentir novamente a excitação crescer no seu corpo para recomeçar o que nem sequer pareciam ter terminado...
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Qui Dez 10, 2015 5:25 pm

    -a-ahhnn....n-n-não pare...não pare!

    Ele dizia, enloquecido por aquela provocação e tortura, quando ela interrompia o ritmo. O membro parecia agonizar, desejando mais, viciado nos prazeres carnais que o sexo lhe provocava. Estava excitado demais para ela simplemente parar...e atendendo ao clamor do amante, a ruiva voltava em seus movimentos, ainda mais intensos, rapidos, fortes, deliciosos. Retribuia os beijos intensos, numa mistura de amor e paixão, carinho e perversão, ternura e prazer, a lingua dançando em sua boca, seguindo a intensidade de sua pelve enloquecida pela dela. Quase como se pudesse ler sua mente, ele tambem jogou seu corpo sobre o dela, invertendo a posição, agora ajoelhado, de frente às pernas abertas, envolvendo-o ainda.

    O raposo tornava-se inesperadamente um tanto ousado; suas mãos escorriam por seu corpo esguio e agora segurava-lhe as mãos no topo de seu corpo, conforme debruçava-se sobre ela. Sentia os mamilos rigidos deslizando por seu tórax, enquanto imobilizava-lhe as mãos acima da cabeça, de uma forma dominante, como se quisesse possuir todo seu corpo e escravizá-la naquele intenso enlace carnal para também provocá-la, torná-la prisioneira daquele primeiro sexo que vivenciavam juntos. Beijava-a pelo queixo, pescoço, e dava pequenas mordidas de provocação, roçando os caninos pontiagudos pela mandibula, até o lobo de sua orelha, e sussurrava:

    -v-você...faz isso de uma forma t-tão....deliciosa...

    Libertaria-a pouco tempo a seguir, conforme sentia aquele calor subir-lhe pelas intimidades, como que anunciando uma explosão intensa de prazer, e deixou suas maos livres para provar daquele liquido de ambos. Aquele gesto erótico, sensual lhe inflamava ainda mais o desejo de Tetsuya, que agora agarrava-lhe as coxas, puxando contra sua propria pelve, erguendo-a do chão, em estocadas intensas. O membro rigido deslizava, pulsava, enquanto ele gemia de prazer em meio àqueles sons pervertidos e eróticos de liquidos sendo comprimidos, além das pequenas batidas de seu membro e testiculo contra a intimidade da ruiva.

    O gemido de orgasmo da ruiva só o fizera fazer aquilo com mais intensidade, prolongando e intensificando as sensações incriveis de prazer que vinham logo a seguir, subindo e descendo pelo corpo esguio de Artemia. Ele proprio parecia estar perdendo o controle das proprias sensações, como que se fossem o prolongamento do prazer que proporcionava à ela, e sentia o membro pulsar como se queimasse dentro da ruiva, uma sensação forte que nunca sentira antes, fazendo-o gemer alto, enquanto ainda penetrava-lhe o membro em sua genital quente e úmida, de onde agora vertia um liquido espesso, esbranquiçado. E pouco a pouco, como se eletrocutado por aquelas sensações, ele reduzia o ritmo, voltando a cobrir-lhe o corpo com o proprio, aproximando o rosto do dela, a mão desviando-se para sua nuca, acariciando-a.

    -Ahh...e-eu...e-estou perdidamente apaixonado por você...s-sabia...?

    Aos poucos, finalmente ia cessando aquela movimentação, deixando ainda o membro dentro de Artemia, sentindo-lhe a musculatura contrair contra ele, que revidava pulsando dentro dela. O olhar fixo no dela era repleto de ternura e carinho, como se....como se pudesse completá-la, torná-la plena, torná-la seu mundo e sua vida.
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    Artemia

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Qui Dez 10, 2015 5:54 pm

    Quando Tetsuya se ajoelhou e puxou a pelve de Artemia contra a própria, a ruiva gemeu, sentindo o membro dele entrar e sair com mais intensidade do que antes. O vulpino se debruçou sobre ela e a prendeu em uma posição atrevida, enchendo a maga com uma excitação sem limites: ela estava presa com as mãos para o alto e tudo o que podia fazer era gemer e sentir o vulpino deslizar sobre ela, tocando em seu corpo com toda liberdade.

    A maga chegou ao seu limite após sentir o sabor de Tetsuya em seu dedo, gemendo alto e curvando levemente suas costas conforme sentia a onda de prazer invadi-la: deixou-se levar por aquele momento único, o qual ela havia esperado tanto. O vulpino ainda pressionou mais seu membro no sexo dela, fazendo-a continuar o gemido até ser interrompida pelo dele, que veio alto a seguir, demonstrando que ele havia atingido seu ápice igualmente.

    Artemia sentiu, então, o clímax do membro de Tetsuya dentro de si, percebendo o líquido espesso jorrar para dentro de si, deixando escorrer algumas gotas pelas suas coxas: a maga não resistiu e passou o dedo ali, observando o líquido esbranquiçado e colocando-o dentro de sua boca, sentindo mais uma outra onda imensurável de prazer a atingir – seria outro orgasmo? Parecia ser, pois a deixou delirante como os primeiros. A ruiva percebeu Tetsuya diminuir o ritmo, porém manter o membro dentro de seu corpo: não estava tão cansada quanto ele, mas ofegante da mesma maneira.

    O vulpino, então, debruçou-se sobre ela, acariciando seu rosto e dizendo mais palavras de amor, fazendo o coração da ruiva acelerar mais do que já estava rápido. Ela segurou o rosto dele da mesma maneira, beijando-o com ternura e passando a ponta de seu nariz no dele, enquanto sorria exultante.

    - Não sabia... estou sabendo agora... – sussurrou e riu uma gargalhada rouca e baixa, beijando-o novamente e abraçando seu corpo, pressionando-o contra o seu. Não queria que ele retirasse o membro de dentro dela; a sensação era única. Apertou conscientemente o músculo de seu sexo, sentindo ainda mais o membro do vulpino ser apertado ali dentro. Artemia jamais havia passado por algo igual, e aquele momento poderia durar uma eternidade, que ela não se importaria. Porém, ao olhar aqueles olhos brilhantes para ela, a ruiva lembrou-se de tantas coisas que ainda precisavam conversar! A começar pelo motivo de ela e Axle irem até o cristal salva-lo e descobrir que seu pai não era ruim e não havia matado sua mãe: estava naquele cristal no dedo dela o tempo todo. Espere aí. O tempo todo?

    Artemia levantou o corpo no mesmo segundo que a constatação veio à tona em sua mente. Fuyu estava ali, observando-os o tempo todo! Que vergonha! A maga abraçou o vulpino de forma a tapar a visão de seus seios, como se estivesse tentando se esconder. Droga!

    - A gente... precisa conversar. – disse ela, olhando-o nos olhos com uma preocupação gigantesca em seu olhar. Havia mudado de atitude de um segundo para o outro, então certamente pareceria importante o suficiente para prestar atenção. – E-eu já precisava ter te dito antes, m-mas não consegui, n-na realidade você não estava p-preparado...

    Ela gaguejava novamente. O nervosismo elevou o sangue em seu rosto, fazendo-a corar absurdamente enquanto tentava falar, sem conseguir muito sucesso. Estava arruinando o momento dos dois, sabia disso, mas não poderia adiar essa conversa por mais tempo. No entanto, ela desviou os olhos para baixo, claramente constrangida e temerosa. Sim, temia a reação do vulpino, temia o que ele pensaria a respeito de seu pai e se acharia que a ruiva tentara o enganar! Sabia que era desconfiadíssimo, mas...

    - ...v-você precisa confiar em mim. Tudo bem? – começou ela, segurando nos braços dele, como se o reassegurando de algo que ele não tinha como saber ainda. A ruiva não poderia estar mais vulnerável naquele instante: além de estar nua da cabeça aos pés, sua alma também havia sido despida para o vulpino, revelando seus sentimentos mais profundos a ele durante o momento mais importante de sua vida: quando os dois finalmente ficaram juntos, de corpo e alma.
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Sex Dez 11, 2015 10:54 am

    -a-ahm....mas tambem não fique assim se achando...sua...besta...

    E era dificil que ele escondesse o sorriso bobo quando sentiu o toque gentil do nariz da ruiva contra o dele, praticamente se, e dava-lhe um fraco cascudo na cabeça. Apesar de estarem tao proximos agora, adaptara seu jeito ranzinza para uma espécie de "rabugentisse carinhosamente apaixonada”, que fugia um pouco do estereótipo muito meloso que era esperado de um casal normal no ápice das emoções. Talvez por ter sido daquele jeito toda sua vida, dificilmente mudaria tanto, mas aquela personalidade cabeça-dura dava-lhe um certo charme.
    Estranhou o ataque súbito de vergonha dela, que geralmente agia de forma tão devassa, mas retribuiu o abraço, rindo do que fazia, tentando ocultar os seios colando o corpo no dele. E não podia negar que também adorava a sensação, de estar junto a ela, e também poderia ficar uma eternidade daquela forma junto à amada...e então seu olhar mudou drasticamente para um preocupado e ansioso. O que ela estava escondendo?

    Olhou um pouco desconfiado, mas estava claro que nem fazia idéia do que se tratava o tal segredo dela. Só fez a tipica expressão rabugenta, olhando-a de lado, o ciume quase palpavel no ar.

    -Conversar?ter dito antes?....eu confio, mas.....esepere aí, é alguma coisa sobre aquele barman idiota!?


    E franzia a testa, fazendo bico, enciumadissimo. Não que tivesse se tornado assim de uma hora para outra, apenas demonstrava com mais clareza as coisas que antes apenas guardava em seus pensamentos. Mas, também nu à sua frente, os braços ao seu redor, ele também parecia incrivelmente vulnerável; era a primeira vez que abria o coração a alguem, que confiava de verdade em outra pessoa que não fosse sua propria mãe, e as palavras da ruiva justamente naquele momento começavam a torná-lo um pouco arredio, embora ainda confiasse em suas palavras, e imaginava que se tratasse de algo menor e menos importante. E quando Artemia reunia suas forças para lhe dizer a verdade, notaria uma das orelhas vulpinas virar-se para o lado, a cauda única agitando-se no ar. Levou a palma da mão à boca da garota, sussurrando baixo em seu ouvido.

    -Tem alguem vindo....precisamos sair daqui imediatamente...vamos Mia!

    E soltou a mão de sua boca, notando que novamente a chamava daquela forma sem querer. Sentiu-se envergonhado de chama-la assim, e era até um pouco divertido ver alguem ml-humorado como ele chama-la com um apelido tão "fofinho", e sacudiu a cabeça para os lados. Tinha que se concentrar naquilo, tinham que se vestir e ir embora logo dali!E foi pegando um pouco constrangido a calcinha e o top da garota. Sua mão ainda estremeceu um pouco, em vergonha; aquelas peças pareciam encharcadas! Engoliu em seco, sacudindo-as no ar enquanto cristalizava a umidade. O sacudir fazia com que o liquido cristalizado se desfizesse em neve, deixando as peças secas, as quais arremessou para Artemia vestir-se. Só de ter tocado suas peças intimas, sentir aquele cheiro de sexo e excitação pairando no ar fazia-o começar a se "entusiasmar" novamente, visto que o membro recomeçava a enrijecer ali mesmo diante dela mais uma vez, insaciável e desejando por mais; mas nao tinha tempo para mais no momento, e logo o rapaz vestiu suas calças, as unicas peças que lhe sobraram. Tão logo Artemia se vestisse também, puxaria-a pela mão para fora daquela casa às pressas. Talvez realmente nao fosse o melhor lugar ou momento para que ela lhe contasse aquele segredo.
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    Artemia

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Sex Dez 11, 2015 11:37 am

    Artemia sorriu ao ver o mesmo sorriso bobo nos lábios de Tetsuya; sua face corada e suada pelo esforço anterior ressaltava ainda mais a beleza formosa do vulpino. A ruiva também estava da mesma forma; os cabelos vermelhos naturais estavam jogados para o lado, formando um pequeno topete sensual, cujas mechas levemente onduladas caíam pelo seu rosto igualmente corado e suado. A maga recebeu o cascudo do amado e riu, agitando as mãos para que ele parasse, e assim que o fez, ela deu um pequeno empurrão no seu tórax e fez umas poucas cócegas em suas costelas, gargalhando ao ver a reação dele.

    Porém, o delicado momento amável de ambos foi interrompido por Artemia e suas preocupações em dizer o tal segredo que tanto a afobava. A ruiva reparou na expressão séria e rabugenta de Tetsuya, e a isso sentiu seu estômago revirar de nervoso: pela primeira vez receou perder o vulpino que mal acabara de ganhar. Uma pequena gota de suor desceu por sua bochecha; a maga apoiou suas mãos trêmulas em Tetsuya e deu uma risada nervosa quando ele demonstrou ciúmes de Jasor.

    - N-não... eu não tenho nada com o Jasor... – e então cruzou os braços, soltando um muxoxo e olhando para o lado de uma forma quase cômica – Mas se v-você demorasse mais um pouquinho, n-não teria tanta certeza disso, não!

    Disse ela, obviamente provocando-o, porém repetindo seus mesmos gestos rabugentos. Desde que se conheceram naquele beco escuro, era notável o quanto os dois pareciam se detestar, se tratando da pior forma possível junto a xingamentos e brigas intermináveis. Porém, era possível ver que apesar de seus sentimentos terem aflorado de forma rápida e natural, os dois não deixaram de manter o mesmo tratamento de antes, agora com mais carinho e ternura, apesar das provocações.

    - M-mas continuando, eu ia dizer que quando eu e Axle te tiramos do cr... – Artemia foi interrompida bruscamente pela mão de Tetsuya que agora lhe tampava a boca, claramente desconfiado com algum barulho ou movimentação que a maga não notou. Ele parecia apreensivo o suficiente para despertar uma aceleração no coração da ruiva, que até então não havia se dado conta de quanto tempo haviam passado ali dentro daquele cômodo, sem se preocupar com a hora ou estranhos à espreita. Tetsuya se levantou, retirando seu membro de dentro da ruiva, liberando uma sensação gelada em seu sexo ainda molhado. Artemia desejou arduamente que ele não retirasse, e ao vê-lo novamente, ainda levemente endurecido, a maga passou os dedos em sua superfície, sentindo sua textura e a camada de fluídos que ainda havia ali. Dessa vez não lambeu os dedos, pois a pressa não permitiu.

    Obedecendo o vulpino, Artemia se apressou em procurar suas poucas vestes, recebendo seu top e calcinha já secos das mãos de Tetsuya, que parecia voltar a corar ao segurar suas roupas. A ruiva observou o quanto aquilo estarreceu o vulpino, e antes de ele colocar a calça de volta, não deixou de olhar atentamente o membro dele que voltava a se enrijecer.

    A vontade de Artemia era de largar tudo para lá e avançar no vulpino, pois ao ver a rigidez dele voltando, ela sentiu umedecer suas próprias partes íntimas, como se atendesse ao chamado do membro do rapaz. A ruiva engoliu em seco e, ainda o encarando, vestiu sua calcinha e seu top com as mãos trêmulas, desejando-o novamente. Parecia que seu desejo por ele era interminável, como um loop que duraria eternamente: poderia facilmente aproximar-se dele e tocar-lhe na sua intimidade, experimentando novas coisas. Quem sabe...?

    Não! O tempo havia passado bruscamente e agora alguém parecia se aproximar. Artemia precisou lutar contra si mesma para terminar de vestir o top, sentindo sua cauda trepidar à sua volta. Tetsuya pegou sua mão para saírem correndo, mas ao perceber a palma quente do rapaz, a ruiva sentiu uma emoção forte percorrer seu corpo, quase como uma adrenalina inquietante, que a fez o puxar para si e o envolver em um abraço forte e um beijo intenso nos lábios, reproduzindo com a mesma voracidade que havia feito antes, durante seus momentos de delírios e gemidos.

    - D-depois conversamos... n-não importa o que aconteça, quero que saiba que eu sou louca por você. Q-que eu te amo. – sussurrou ela ainda com os lábios colados nos dele. Então, com uma risada amável, continuou – Afinal, você é meu namorado...
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Sex Dez 11, 2015 12:19 pm


    -Ugh...então você é facilmente ludibriada com coquetéis e bebidas dessa forma? Pois provarei que sei fazer bebidas melhores...pelo menos mais geladas que aquele idiota! Humpf...


    E novamente uma demonstração clara de seu ciúme por ela. Eram ameaças vazias, claro; o raposo sequer sabia distinguir entre vodka e whisky. Na verdade, sequer sabia o que eram! Jamais conseguiria agir como um barman, mas preferia vangloriar-se daquilo assim mesmo, como se buscasse provar ser melhor que o outro loiro, franzindo a testa. Mas o sorriso no canto da boca permanecia, dando um certo encanto ao gesto, mostrando que mesmo por trás de toda a encenação jazia um desejo sublime de diverti-la.

    Depois de já vestido, puxava-a pela mão para saírem, quando foi surpreendido pelo abraço e o novo beijo. E facilmente era desarmado, perdendo novamente o chão e a clareza da mente, que se embaçava como a linha que separava os lábios de ambos naquele beijo intenso. Sentia o coração disparar novamente; cada beijo da ruiva era como se fosse o primeiro, com a mesma emoção e arrepios percorrendo-lhe o corpo.

    -C-claro...nao precisa ter pressa. Teremos tempo para que me diga o que quiser. Erm...
    - parecia corar violentamente com as declarações, abertas que ela agora falava. E dava um riso de alegria que explodia dentro dele, num sorriso que tinha dificuldade em segurar. Mas mantendo-se teimoso, disse-lhe erguendo o olhar e arqueando a sobrancelha – eu entendo perfeitamente o que você sente...sei que causo esse efeito, mas não posso fazer nada se sou irresistível....hmmhahaha....

    Que audácia! E novamente ele ria, e curiosamente demonstrava um certo jeito brincalhão que lembrava-lhe um pouco o pai, que se mantivera em silencio há horas dentro do cristal. Tetsuya pareceu envergonhar-se imediatamente com o que ela lhe disse a seguir.

    -A-ah sim...eu...acho que s-somos. Então não é...erm...estranho continuarmos assim, certo?

    Ele dizia, erguendo a mão que segurava a dela, envergonhado mas com um sorriso abobalhado. Parecia realmente não querer nunca mais afastar-se dela. E antes que pudesse ouvir a resposta, puxou-a rapidamente para a porta. Tao logo atravessasse-a junto com o raposo, veria uma nuvem branca encobri-la totalmente, enquanto uma voz reclamava e tossia, reclamando e amaldiçoando aquela nuvem fria. O raposo parecia imitar e xingar também, dissimulando sua influencia sobre aquilo, enquanto puxava a ruiva para fora dela; o momento dele pareceu ser perfeito em distrair o dono da casa, que agora entrava no comodo no mesmo instante em que saiam. E pelo gesto, eram como se nada tivessem a ver com aquilo; Tetsuya realmente parecia ter um certo talento em disfarçar-se e infiltrar lugares como aquele quando queria, o que tornava a ideia de entrar na Casa sem Janelas algo mais viável. E talvez....e se a entrada naquela casa em que consumaram seus desejos não tivesse sido acidental, e sim algo planejado por ele? Afinal, durante o ato ele próprio demonstrara que não era tão puro assim...
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    Artemia

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Sex Dez 11, 2015 12:55 pm

    Ao que Tetsuya havia dito sobre fazer bebidas melhores que Jasor, Artemia riu divertida, tapando a boca para não gargalhar muito alto. Realmente, ele sabia como fazê-la rir! A ruiva cutucou as costelas do vulpino, ainda rindo:

    - Não precisa fazer bebidas pra me agradar, seu bobo!
    – e então, adotando a mesma postura devassa de antes, a maga puxou o corpo dele, colando-o ao seu, enquanto deslizou sua mão para dentro das calças do vulpino, acariciando levemente seu membro, rindo maliciosamente enquanto mordia seu lábio inferior:

    - Existem outras coisas que você pode fazer para me agradar...

    Disse, dando uma piscadela com o olho, ainda sorrindo atrevida. Então, com a outra piada sobre ele ser irresistível, a maga riu novamente, retirando a mão de dentro das calças e dando um tapa não muito forte no braço dele, como se estivesse zangada, não conseguindo disfarçar pelas risadas que dava.

    - Oras, tá se achando muito! Melhor eu parar de ficar falando o quanto eu te... – e abaixou a cabeça, corando violentamente de novo, passando as mãos nos cabelos ruivos. - ... Arrhh!! Não vou f-ficar repetindo isso, senão v-você fica m-mal acostumado!! S-seu besta...

    E, mais uma vez, fechou a cara em uma expressão comicamente sisuda enquanto cruzava os braços em frente a ele, apenas relaxando um pouco mais e sorrindo de canto quando o ouviu perguntar se era certo o namoro. A isso, ela não descruzou os braços – não iria dar o braço a torcer, claro! – e apenas sorriu levemente, ainda tentando franzir o cenho, como se estivesse muito zangada. O que não estava, obviamente, uma vez que seu coração disparava a mil de ouvir a voz dele perguntar o que ela achava a respeito dos dois.

    - É c-claro né... n-não quer dar pra trás agora, q-quer? Já pediu e eu aceitei. Agora aguenta!

    Apesar de estar aparentemente zangada, a preocupação era visível em seus olhos. Teria feito ela algo de errado e ele quis voltar atrás? Argh, como ela era boba! Claro que não. Ah, mas mesmo assim...

    Então, repentinamente, uma nuvem de fumaça a cobriu e antes que pudesse pensar em algo mais, Tetsuya empurrou Artemia para fora da casa. A agilidade dele era incomum! A garota, do lado de fora, agora via a luz forte do sol quente lhe atingir os olhos intensamente. Tapou a visão com a mão e observou a porta da casa de onde haviam saído. Se Tetsuya possuía tais artimanhas de entrar e sair de qualquer local sempre que quisesse, então...

    - Espere aí, você planejou isso o tempo todo?! Seu.. s-safado... – a ruiva cerrou os punhos e os dentes, já prestes a brigar com o vulpino quando a ideia veio à sua mente, como uma luz acesa em dias escuros. Ela puxou a mão dele e e saiu de perto da entrada da casa, analisando sua distância da Torre Sem Janelas. Seria aquela uma extensão da Torre? Também não haviam janelas ali.

    - Será que tem como a gente entrar na Torre através dessa casa que saímos agora? Você é muito rápido. Teria como entrar de novo e procurar alguma passagem até lá? – perguntou ela, sussurrando, próxima ao rosto dele. Não queria que ninguém mais escutasse seus planos, por mais absurdos que parecessem.
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Sex Dez 11, 2015 1:24 pm

    -outras c-c-c....ahh!

    E soltava um gemido baixo, quando sentiu a caricia dentro da calça. Como era de se esperar, toda a sensualidade que a ruiva esbanjava em gestos e palavras foram capazes de encantá-lo, deixando-o rigido novamente. O membro quente parecia quase chamar por sua carne novamente, pedindo para deslizar novamente por entre suas pernas, sentir a umidade de suas regioes mais intimas e profundas.Era realmente tentador que recomeçassem, mas...por sorte, ela retirou a mão de lá, fazendo voltar um pouco da sanidade do raposo, cuja expressao facial exibia novamente desejo pela continuação daquela caricia, mordendo o canto da boca, os olhos semicerrados em prazer, o ar preso nos pulmoes...

    E nao disse mais nada enquanto faziam a fuga. Lá fora, ainda segurando sua mão, puxou-a levemente em direção à propria boca, dando um singelo beijo em seu dorso. Tentara olha-la diretamente nos olhos, mas sentiu o rosto arder, forçando-os a se desviarem para a esquerda, de forma timida enquanto falava.

    -C-claro que nao me arrependi do pedido. Foi...a melhor coisa que ja me aconteceu...i-idiota....e não planejei nada. Se tivesse,nao teria sido tão...er...perfeito. Mas...- voltava a brincar provocantemente, de uma forma curiosamente pervertida. Talvez ela estivesse sendo uma má influencia para ele?- agora que disse, não é má idéia que eu faça mais acidentes assim acontecerem, sabe...

    Dizia quase num sussurro, num tom de voz lascivo, que até ele mesmo estranhara. Era como se a transformação em demonio nao acontecesse apenas com ela; ele tambem parecia estar sendo mais e mais influenciado pela propria aura demoniaca. Ou seria aquilo devido às atitudes cada vez mais luxuriosas da ruiva, que lhe deixavam sempre num limiar alto de excitabilidade? E logo a idéia de fazer aquilo por 7 dias nao parecia assim tao distante da realidade para Artemia, pensando bem... De qualquer forma, ele se deteve onde estava, olhando em direção à Torre/Casa sem Janelas.

    -Não creio, a entrada nao ficaria tao exposta assim...mas estamos ficando sem tempo, teremos que distrai-los e entrar rapidamente. Afinal, você nao quer ficar nesta forma para sempre, quer?

    Tetsuya perguntava, embora...embora ele proprio nao parecesse ligar mais pela aparencia demoniaca dela. Era claro que a amaria de qualquer forma, e nao era o fato de ser demonesa ou humana que sentiria menos atração por ela. Mas até entao imaginava que ela na gostava de estar daquela forma, e então propunha o plano.

    -Acho que tive uma idéia. Aquelas coleiras gigantes...parecem segurar dragões do outro lado do plano. Se soltarmos essas coleiras, provavelmente todos os guardas teriam que ser mobilizados...afinal, se um dragao apenas causou tanto estrago na boate, imagine o que fariam todos estes? e estariamos seguros, ja que estao no outro plano. E enquanto se distraissem com eles, aproveitariamos para entrar. O que acha?
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    Artemia

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Artemia em Sex Dez 11, 2015 2:30 pm

    Artemia sentiu seu estômago pular de emoção quando Tetsuya pegou sua mão e beijou seu dorso, dizendo que não havia se arrependido do pedido, e o quanto havia sido perfeito. Ela não resistiu um largo sorriso tímido, olhando para baixo enquanto ajeitava os cabelos de forma envergonhada. Ela própria sentia o mesmo que ele a respeito do que fizeram ali naquela casa escura: mais perfeito, impossível. Ergueu os olhos para ele com uma expressão de surpresa quando o ouviu falar de forma erótica a ela. Aquilo sim era uma surpresa! A ruiva abaixou os olhos para baixo e viu o membro dele já ereto novamente.

    - Por mim, você pode fazer um desses acidentes acontecer agora mesmo, que eu não me importaria...

    Murmurou ela, mordendo a ponta do próprio dedo enquanto encarava a intimidade do vulpino; seu olhar era de extremo desejo e nenhum pudor. A cada hora que passava, Artemia parecia estar ainda mais devassa e despudorada. Não sabia se era efeito de estar se tornando Succubus ou se era Tetsuya que a fazia agir assim, mas, de qualquer forma, a maga já não se importava mais de onde surgia aquilo. Sua respiração voltou a ficar rápida e ela aproximou o corpo do dele, acariciando levemente seu peitoral nu enquanto encostava seu sexo no dele, gemendo baixinho ao sentir mais uma vez sua calcinha molhar.

    - Não me importo de ficar assim para sempre, desde que consiga voltar à Terra... – dizia ela ainda com aquele tom luxurioso em sua voz, acariciando lentamente os músculos dele de forma apetitiva. – Ainda não fiz nada com você no meu próprio corpo, sabe.

    E então riu baixinho, mordendo o queixo dele e se separando relutantemente de seu corpo, mas pegando em sua mão e entrelaçando os dedos. Havia escutado o plano dele sobre soltar os dragões e achou muito interessante. Começou a caminhar na direção deles, arduamente tentando não se distrair com o corpo do vulpino que lhe atiçava as maiores devassidões possíveis. Agora sim ela começava a distinguir suas próprias mudanças: ideias libertinas surgiam à sua mente, coisas que jamais havia pensado em fazer antes. Com certeza não era dela, Artemia, e sim de sua versão Succubus. No entanto, não era um desagrado para a ruiva, que a cada hora se acostumava mais com a ideia de se manter naquela forma. Havia uma certa liberdade naquilo que antes ela não tinha, e que parecia a atrair cada vez mais.

    - Tente cortar as coleiras daqueles ali da direita e eu esses aqui, da esquerda. Tudo bem? – Disse ela, afastando os pensamentos maliciosos de sua mente. Já estava em frente ao que parecia ser um dos dragões da esquerda. Analisou sua forma enevoada, se perguntando se eles a atacariam caso ela tentasse solta-los. Ela olhou para sua cauda pensou “Bem, agora finalmente vou achar algum objetivo pra você”.

    Então, com um impulso em seus joelhos, a maga se lançou para o alto, como havia feito anteriormente enquanto estavam no deserto. Suas asas possibilitavam que ela planasse no ar, portanto ergueu as asas bem apertas e maneou o corpo para que pousasse em cima da enorme coleira do enevoado dragão. Assim que pouso, fincou a seta de sua cauda na coleira, fazendo força para parti-la. Não sabia se funcionaria, afinal jamais a havia usado antes. Nem sequer sabia para quê existia! Mas assim como não sabia para que o membro de Tetsuya existia – e agora sabe -, provavelmente encontraria a finalidade certa para sua cauda.
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    Tetsuya Kitsune

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    Re: 4° Círculo Infernal

    Mensagem  Tetsuya Kitsune em Sex Dez 11, 2015 4:36 pm

    Estremecia o corpo diante das carícias lascivas de Artemia, sentindo o calor entre as pernas crescer, queimar com aquele contato intimo, ainda que por entre roupas. Era como se seu membro adquirisse a capacidade de tatear as curvas, palpar a umidade, sorver o cheiro da sexualidade da ruiva, viciado nos fluidos que lhe entorpeciam os sentidos de prazer. A mão audaciosa do raposo desceu pela coxa, deslizando pela parte interna, e como se a provocasse na mesma altura, apenas tocou levemente sua pubis, perigosamente perto daquela umidade, apenas para fazê-la desejar que sua mão prosseguisse e tocasse-a, enquanto ele mordicava-lhe a orelha, sussurrando, logo apos um discreto gemido:

    -Ahhn....s-será que isso... é normal...?

    E realmente, será que era normal sentir aquilo com tanta frequencia e intensidade? Pareciam estimular facilmente um ao outro, agarrando-se à primeira oportunidade que tinham. Estava realmente louco por seu toque suave, seus beijos intensos, seu cheiro estimulante, seu sexo delicioso...e mal percebeu quando ela já se propunha ao plano de forma tão entusiástica.

    -Espere! os guar...!

    E os guardas, demonios de porte fisico forte medindo quase 2m de altura, semelhante a homens-lagartos com dois pares de chifres saindo da cabeça coberta em escamas, nao davam muita atenção a uma succubus de corpo esguio.Afinal, eram criaturas oportunistas, mas que dificilmente se importariam em soltar dragoes, mais preocupadas em sua propria diversão de seduzir e coisas afins. Mas faltava-lhes asas para perseguir a garota no ar, o que era um grande problema. Só se tocaram do problema ao ver a ruiva cravar a cauda pontuda na coleira flutuante.

    Tao logo fazia isso, Artemia sentiria uma energia demoniaca fluir daquela estrutura, como se absorvesse a magia presente naquele metal. Era uma sensação ótima, que parecia lhe recuperar a força, vitalidade, esvaindo o cansaço...era como se ela houvesse se tornado uma espécie de vampira, sugando até a exaustão, tornando aquela coleira de metal apenas aquilo - uma estrutura metálica resistente. Sua cauda era afiada, mas ainda não conseguia penetrar pelo metal...até que subitamente, uma fina lâmina de água escura se projetou em sua cauda, fatiando facilmente o metal.A voz do pai do raposo sussurrava em sua mente:

    -"Veja como direciono o liquido de seu proprio corpo, de seu suor, imbuindo-o com a energia demoniaca que acabou de sugar...este é o principio do elemento da água. Mesmo em pequena quantidade, se pressurizada por magia torna-se uma afiada lâmina, capaz de cortar o mais resistente dos aços. Mesmo humanos faziam uso desta propriedade, em suas fábricas, e é um elemental de enorme versatilidade, altamente eficaz contra demonios que sobrevivem em climas secos como este. Poderá usar sua cauda, asas, braços como armas contra eles, desde que tenha o cuidadoe habilidade para tal..."

    Fuyu dizia seriamente, mas logo disse-lhe, num tom brincalhão:

    -E nao se preocupe,eu não vi nada. Juro! Mas....desejo felicidade a vocês dois. Não poderia escolher melhor alguem para ele...

    Os guardas urravam e grunhiam, apontando lanças de ossos na direção da garota, começando a correr em sua direção. Tetsuya olhava preocupado, mas...confiava na habilidade da garota fugir. E aproveitava que ela chamava a atenção de virtualmente todos os guardas dali, além do fato do enorme dragão erguer-se e abrir as asas fantasmagóricas, e corria velozmente por trás dos guardas. Embora nao pudesse absorver a energia demoniaca daqueles artefatos, criava kunais de gelo sagrado, e arremessava com habilidade nas coleiras, conforme corria por entre os dragões enfileirados, libertando um, dois, tres...libertando um dragão após o outro. Mas toda aquela movimentação logo não passaria mais desapercebida, conforme aquilo era notado por mais demonios por todos os lados, incluindo aqueles do mercado.

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    Re: 4° Círculo Infernal

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